
«Mr. an Mrs. Smith had a wonderful life.
They were a normal, happy husband and wife.
One day they got news that made Mr. Smith glad.
Mrs. Smith would would be a mom
which would make him the dad!
But something was wrong with their bundle of joy.
It wasn't human at all,
it was a robot boy!» ...
Para quem gosta de dub, reggae e afins, uma bricompilação escaldante com as melhores músicas deste Verão, como anunciado na TV, agora 10% mais digital! Oito mp3 para fazer download, pôr no carro e ouvir ao sol, ou para pôr ao sol e ouvir no carro. Ou pôr no leitor de mp3 portátil e levar para férias, ou no computador do escritório e pensar nelas.
Tudo isto completamente gratuito, e legal, bastando apenas um pouco de paciência para seguir as indicações com atenção. Advertência: esta viagem tem origem em ecos da mais alta qualidade, criteriosamente seleccionados, mas pode conter vestígios de muito mau html. O uso da procura (CRTL+F) dentro das páginas mencionadas será eventualmente necessário.
Primeira paragem, o site da Motion Records, aqui será de recolher as primeiras 3 pérolas da nossa compilação, respectivamente King Tubby - Stop Look Dub; Desmond Irie - Babylon You Must Go Down e Larry Marshall - Thelma Dub.
Enquanto estas preciosidades já rolam no Winamp, o caminho é em frente, direcção ao Dubroom, letra M, aí espera-nos Mad Professor - Dubbing Jah, que exige alguma procura. Neste ponto alerto-vos que qualquer desvio da rota pré-estabelecida (como o download de faixas não aconselhadas) poderá pôr em causa a qualidade final do produto.
Ainda no dubroom mas agora nos artistas de S a T encontramos dos mestres Sly and Robbie - Leaving Dub, e mais abaixo, também remisturado por sua realeza King Tubby, um devocional Sylford Walker and Welton Irie - Give Thanks And Praise To Jah. Ambos fazem parte da nossa lista
Com seis músicas na playlist, faltam duas. Num instante se faz o registo (opcional: inserir dados falsos) na zona de downloads gratuitos da Amazon para podermos recolher som de um dos colaboradores dos Massive Attack, venha então Horace Andy - Mr. Bassie.
Novamente em movimento e para fechar, no Vitaminic, um serviço da já ancestral IUMA, há que extrair do grande mestre Lee Perry and the Upsetters - Scratch Walking, logo no início da página à direita.
Terminado o trabalho, sente-se de forma confortável e inspire profundamente.

Depois da cenoura cortada em cubos grandes e a cebola em grossas rodelas, entra tudo num tacho médio com uma folha de louro. Deixemos cozinhar durante um par de minutos sobre um fio de azeite e aconchegado pela tampa. Juntemos então os cogumelos, voltando a colocar a tampa, para que estes transpirem. Passados cinco minutos, altura em que deverá existir uma quantidade considerável de liquido (proveniente dos cogumelos e da cebola) no tacho, caso isso não aconteça acrescente um pouco de água. Então, misturemos o feijão já cozido, adicionando também uma dose farta de cominhos e polvilhando com um pouco de farinha (e sal). Mexemos. Após uma rápida fervura, deixar repousar um par de minutos, depois podemos servir (por exemplo com arroz).
[BSO: Fila Brazillia - Naugahide (Ponga - The Remixes ]
Podemos tentar descreve-la. Utilizando frases como: "Ao longe parece um pavão. E pula e galga o palco. Os braços desenham meias-luas no ar." ou ir mais longe e dizer que "Aquele delicado corpo frágil inquieta-se na sua candura. Toda ela é deslumbre. Parece que derrama luz, um clarão ofuscante e resplandecente." [JN].

Não sei. A mim soa-me um pouco baboso, apesar de não ser, e digo isto porque estava lá. E teimando na análise, podíamos seguir a lógica do casal que estava mesmo atrás de mim, que fazia o seu diagnóstico usando expressões do género, "estava à espera de algo mais distante e conceptual, mas estou surpreendido pela produção orgânica do espectáculo", hmmm?!
Com uma linguagem mais ou menos concreta, o Público diz que "Em contraponto aos momentos de intimismo da primeira metade do espectáculo, [Björk] encenou extrovertidas digressões tecnóides e mostrou [...] que é possível imaginar um espectáculo para grandes multidões sem recorrer aos truques de sempre. É que mesmo quando o lado espectacular do concerto vem ao de cima [...] não é mera ilustração, é para nos fazer participar numa experiência total de voz, som e imagem."
Ora mesmo assim ficaremos aquém da coisa em si! Como se ao transportar a acção e as emoções consequentes, para palavras, o belo se desvanecesse. Por isso não vou fazê-lo.

Vai longe o momento em que deixei de acreditar. Isto apesar da esperança continuar com resiliência a subsistir bem fundo no meu inconsciente. Esperança de que, seria possivel voltar a ter onze dedos. Não que ter mais um dígito fosse condição essencial para o que quer que fosse, mas depois de algum tempo os dedos das mãos habituam-se uns aos outros.
Há que subverter tudo, com um nome (mais ou menos feio), chamar-lhe a última moda, e mesmo no sofá dar-lhe umas palmadinhas marotas, enquanto ela grita: isso, bloga-me com força, usa a tua cena tipo wi-fi. Agora é que é, ai está a ser, ou, agora é que foi. Por mim quanto a isso, já fui, e de volta, já voltei.
Se analisarmos o fenómeno dos weblogs dentro dos nossos próprios weblogs não estaremos a fritar pescadinhas de rabo na boca?? Espero que não, pois detesto cheiro a fritos, especialmente peixe!
E assim é que é. Muitas vezes não tenho consciência que estou a escrever (quando escrevo) para quem não me conhece, e que esses nunca, mas nunca, me oferecerão flores. Tenho mau hábito de deixar cair aqui uns textos (muitas vezes tristemente copiados), para que rebolem pela vertiginosa encosta da minha mente, e de mais umas poucas. Quantos mais poucas, melhor.
Então reclamo, faço barulho, o meu é mais antigo (na altura ainda ninguém se tinha lembrado), tem mais "insight", é mais (z)in(e), quase quase jornal(ístico)! Na altura era só eu e mais uns quantos, os verdadeiros, agora já todos têem um igual, que por sinal são todos bastante iguais! Quantos prostitutos desenvergonhados! Inquantificável, é a loucura; as suas caras aparecem nas primeiras páginas da imprensa, ganham milhões e... talvez nem tanto, ainda...
Aceitando um apelo de macaco, este blog, que não é um blog. Aposta na inesgotável qualidade de ser +1... alguidar?
Este texto ainda é, e será sempre um rascunho...
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